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e-commerce


Se você é comerciante ou prestador de serviços e seu negócio está fora da rede, pense seriamente na opção de estabelecer um braço virtual para ele. O comércio eletrônico ajudou a esvaziar a região central das grandes metrópoles brasileiras e já é o maior concorrente dos Shoppings Centers.

Hoje, o e-commerce no Brasil é da ordem de mais de R$ 41 bi e nada cresce mais do que ele no país. As soluções digitais para negócios já existentes no mundo físico ou para novos negócios somente virtuais estão ao alcance de qualquer empreendedor e possuem os atributos dos tempos modernos: rapidez, diversidade, transparência e comodidade.

Poderíamos citar, em defesa do comércio eletrônico, algumas características que valorizam este modelo de negócio, em relação ao comércio das lojas físicas - tradicional modelo de compra de mercadorias -, como comodidade (segurança, trânsito, logística, etc.), melhor preço dos produtos e possibilidade de comparação dos preços, praticidade e facilidade, agilidade, diversidade de produtos num único local, entre outros. agilidade, diversidade de produtos num único local,

Todavia, o que define melhor este cenário não são as palavras e sim os números. Em 2001 as vendas pela internet alcançaram pouco mais de meio bilhão; em 2011, dez anos depois, o total do comércio eletrônico pulou para R$ 18,7 bilhões, estimando-se um valor acima dos R$ 44 bi para 2016, com taxa de crescimento médio anual em torno de 22%, nos últimos três anos.

E-commerce mantém crescimento em 2015


Mais uma vez mostrou-se válida a teoria de que o E-commerce é uma alternativa fundamental para o consumidor que precisa economizar. O cenário de crise política e econômica comprovou que a Internet é a mais eficiente saída na comparação de preços.

O novo relatório E-bit WebShoppers (33ª edição) que acaba de ser divulgado, identificou ainda o surgimento de centenas de novas empresas no setor. Fato que aumentou significativamente a competição e, por consequência, a exigência do diferencial de bons serviços e preços. Mais um indício do amadurecimento do segmento no Brasil. O nível de satisfação do consumidor (NPS), por exemplo, registrou 4 pontos percentuais a mais, subiu de 61 para 65%.

Segundo os especialistas, esse incremento na qualidade dos serviços contribui ainda para aumentar a confiança do consumidor. O que obviamente resulta em aumento de vendas.

O crescimento do E-commerce no Brasil em 2015 desacelerou sim (chegou a 28% de crescimento de 2012 para 2013), mas ainda mostrou expressivos 15% de faturamento a mais em relação à 2014. Como já havíamos informado aqui no site em janeiro, o setor registrou 41,3 bilhões em vendas no ano passado, conforme o gráfico acima.